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A Carnatona está de volta!

E teremos Carnatona esse ano? SIM! Foram abertas as inscrições para a  Carnatona! Nossa Maratona Literária de Carnaval está em seu segundo ano e para participar é bem simples: A maratona acontecerá dos dias 24/02 a 01/03 e para participar basta validar sua inscrição no formulário: AQUI até o dia 23/02. Confirme presença em nossa Página do Evento no facebook e siga o Twitter da Carnatona para ficar por dentro dos desafios e sprints. Canais organizadores: ✅ Um Atleta ✅ Thaisa Lima ✅ Amados Livros ✅ Lendo o Dia ✅ Estante do Wes ✅ Boards e Books ✅ Eu Tento Ler…

Poesia: A Mariposa (Mírian Monte)

Para que mariposas ou borboletas com almas de mariposas nunca deixem de bater asas! A mariposa Quem nunca viu, num poema, levantar voo uma borboleta sequer!? Vinícius, Quintana, Lispector, vez ou outra, falavam, em seus versos, como a alada criatura é: transitando entre amores, em jardins de flores, abrandando as dores de um coração qualquer.  Suas cores, leveza, delicadeza, combinam com lindas paisagens, valsas e histórias de princesas. Com sua presença, ninguém se incomoda e, se gente fosse, seria a namoradinha perfeita! Ah, como é encantadora essa linda borboleta!! Calma, contida, protegida num jardim de margaridas, batendo asinhas, sob a…

Poesia: Helena (Mírian Monte)

E essa terminei de escrever chorando… Helena Eu quis um tema, Um novo poema Pedi aos céus, aos anjos, Aos santos, Implorei; E surgiu teu rosto, Helena, A filha que não tive – E não terei. Teu nome era a canção Que ouvia na infância Era inspiração, Era a esperança Em cada choro de criança, Que nos braços não trarei Embalastes meus sonhos Na canção que ecoou… Terias olhos azuis, Helena? Por que tu és a verbena, que murchou? Sabes, Helena, Pensei nas bonecas, – Que terias- Em cada noite, Em cada dia… No meu ventre Encontrarias Aconchego, Calmaria… Sabes,…

E 2016 foi um ano… (Retrospectiva)

2016 finalmente está indo embora. Que ano conturbado! Foi um ano difícil, onde não consegui cumprir minhas metas, mas um ano de pequenas vitórias e são essas pequenas vitórias que quero muito agradecer. Em tudo devemos ser gratos! O Minha Contracapa completou 2 anos de vida. Nesses 2 anos, posso dizer que cresci bastante como profissional, conheci pessoas incríveis e viajei por universos fantásticos com minhas leituras. O blog me proporcionou momentos muito felizes, ao lado de pessoas especiais e esses momentos me ajudaram muito a superar todas as tristezas que precisei enfrentar durante o ano. Em 2016, além de…

Poesia: Oceano (Mírian Monte)

Enigmática como o oceano, uma das minhas mais novas poesias. Oceano Queres o oceano? Não te enganes: Ninguém o domina Sabes o azul cativante? Ora é transparente, Ora é cinza. Debaixo da maré morta Há correntes indecisas, Ondas muito revoltas, Um balançar que hipnotiza. Há naufrágios esquecidos E Paixões adormecidas Há viagens, há encontros Travessias, despedidas. Pode ser estudado, Pode deixar-se navegar, Mas uma vez desafiado, Sua fúria surgirá. Não te enganes: Ninguém o domina Sabes o azul cativante? Ora é transparente, Ora é cinza. Desvendar seus mistérios Todo pescador assim deseja E se lhe forem devotos Peixes chegarão à…

Poesia: Fuxico (Mírian Monte)

E essa poesia nasceu em meio a canções nordestinas e a tradição desse povo maravilhoso! Fuxico? Só se for de pano… Fuxico Não venha fuxicar Que o rapaz não sabe trabalhar E “ela só quer, só pensa em namorar” Que a beata esqueceu do terço rezar E o padre foi embora, Sem ninguém abençoar. Não me venha fazer fuxico Que fulano deixou de ser rico Que sicrano só olha o seu umbigo Que beltrano não serve para amigo Isso nada tem a ver comigo Pegue suas contas pra pagar. Fuxico só se for de pano De estampas coloridas Que serve…

Poesia: Tormento (Mírian Monte)

Esta poesia foi feita “a pedido”. No Instagram, uma amiga me pediu uma poesia que descrevesse as agruras de uma paixão não correspondida. Espero ter correspondido!! A poesia é inédita e deixei a para publicá-la aqui, no blog. Tormento O que faço com o desejo De tocar teus cabelos, De roubar os teus beijos, De Sentir teu cheiro, De Ver-te dançando E cantando para mim? O que faço com o passado Que está sempre presente, Por refletir um futuro, Que era tão claro, tão certo, Mas tornou-se obscuro E, de súbito, Fugiu de mim? Onde escondo os poemas Que me…