Projeto Catarse: Conversa de Jardim

Ei fofolete, vem cá. Senta aqui e vamos conversar! Vocês já conhecem o Catarse, né? Aquela plataforma de financiamento coletivo que o pessoal usa muito para projetos de livros, arte, música, etc… Todas as pessoas que colaboram com esses projetos, além de ajudar na criação do mesmo, recebe um “prêmio” de acordo com a sua contribuição. Pois bem, tenho um projeto novo pra apresentar a vocês!

Maria Valéria Rezende e Roberto Menezes publicarão seu livro, Conversa de Jardim, pela editora Moinhos e ambos iniciaram um projeto no Catarse. Você pode ser um dos apoiadores desse financiamento coletivo e receber como recompensa vários itens legais. Os autores são umas figuras… confere só esse vídeo:

Quer apoiar o projeto? Então clica aqui para saber como contribuir e quais são as recompensas.

Mas, sobre o que é o livro?

Maria Valéria Rezende e Roberto Menezes se encontraram pra ter mais uma das tantas conversas que eles vez ou outra costumam marcar. Fim da tarde. Fim da manhã. Ele traz um bolo, ela prepara o café. Não tem pauta, nem pausa, nem pompas. Hoje em especial, quatro de agosto de dois mil e quatorze, Roberto pede pra gravar a conversa. Duas horas se passaram e, em nenhum momento, se preocuparam com o gravador.

Conversa de Jardim nasceu assim. Nem eles sabem quantas vezes se encontraram. Horas e horas de conversa fiada. A ideia de transcrever surgiu muito depois. Não é uma biografia. Não é uma entrevista. Como Valéria diz,

“O que tem aqui é só o papo informal entre dois amigos, dois escritores, uma veia e um novinho”.

É uma troca, é uma conversa de gerações,

“Por mim, eu ficaria caladinho aqui escutando Valéria. Mas se ela insiste que eu fale também, não me faço de rogado”.

Incontáveis conversas.

Conversa de Jardim está longe de ser uma mera transcrição. Não existe verdades. Vez ou outra, as vozes se confundem, se contradizem. Um escambo de personalidades. É tudo calculado. Tudo posto ao acaso. Distorcer opiniões, trocar palavras só de pirraça, furtar frases na cara de pau. Valéria e Roberto só começaram essa conversa porque sabiam que em nenhum momento a levariam a sério. E é aí  que está a graça.

Quem são os autores?

 

Maria Valéria Rezende Nasceu em 1942, na cidade de Santos, SP, onde viveu até os 18 anos. Em 1976, mudou-se para a Paraíba, onde vive até hoje. Formada em Pedagogia e em Língua e Literatura Francesa, e mestre em Sociologia, dedicou sua vida ao trabalho de educadora popular em movimentos e organizações urbanas e rurais e na formação de educadores. Em 2001, começou a publicar ficção e poesia para adultos, jovens e crianças, tendo recebido importantes prêmios nessa área.

 

Roberto Menezes é paraibano. Nasceu em 1978. É professor da Universidade Federal da Paraíba. Faz parte do Clube do Conto da Paraíba. Tem cinco livros publicados “Pirilampos Cegos” (romance), “O Gosto Amargo de Qualquer Coisa” (romance), “Despoemas” (contos) e “Julho é um bom mês pra morrer” (romance)e “Palavras que devoram lágrimas” (romance). Foi vencedor do Prêmio José Lins do Rego (2011). É um dos criadores da FLIPOBRE.

Livro bacana, né? Então vamos lá, vamos apoiar o projeto para que essa obra “saia da gaveta” e venha parar em nossas estantes!

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