Quote de Quinta #3

O quote de hoje será sobre o livro fofo que li no final de semana, Austenlândia da Shannon Hale, publicado pela Editora Record. Me diverti muito com essa leitura e terminei com o coração palpitante.

Não consegui separar apenas um quote, pois algumas partes me chamaram bastante atenção. Cada quote abaixo representa um pouco da Jane Hayes, de sua personalidade e do que ela vivenciou em Austenlândia. Claro que não poderia faltar momentos da interação dela com o Sr. Nobley.

Se você ainda não leu a resenha do livro, clique Aqui e confira. Boa quinta a todos!

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O advogado se sentou e mexeu em uma pilha de papéis sem desperdiçar nenhum movimento. Ele estava dizendo alguma coisa em juridiquês, mas Jane estava distraída. Tentava identificar o que, além das piscadas calculadas, o fazia  parecer tanto com um anfíbio. Era a pele firme e lustrosa, decidiu ela. E o fato de os olhos serem tão separados. E o tom de salada verde. (Certo, ele não era exatamente verde, mas o resto era verdade.) p. 18

A Sra. Wattlesbrook sorriu e deixou à mostra as duas fileiras de dentes amarelados. Jane piscou. Condições financeiras? Tipo habitual de hóspede? Ela se obrigou a fazer uma respiração de ioga, sorriu de volta e pensou em homens de roupas antigas, p. 35

Aqui estava ela em um novo começo, com os dedos encolhidos na beirada do trampolim. Estava pronta para mergulhar. Adeus para a lista estranha de namorados numerados e para a intensidade mutante e inspirada por Austen que a levara de um fim a outro. Ela estava confiante de que essas férias, ao contrário de qualquer um dos relacionamentos anteriores, teriam um final feliz. p. 42

Certo, certo, consigo fazer isso, disse Jaine para si mesma. É claro que consigo fazer isso. Eu devia estar acostumada a fazer papel de boba agora. Esta vai ser a grande e última vez. São só três semanas, e então posso deixar essa parte de mim para trás e seguir com a vida. E talvez seja divertido. Pode até ser divertido. p. 45

O Sr. Nobley andou ao lado dela, depois cavalgou ao lado dela, mas não disse mais nenhuma palavra. Ela tentou apreciar a cavalgada no animal pateticamente dócil, mas o silêncio do Sr. Nobley era como um tapa na cara. Ele não parecera humano por um momento, antes de ficar cruel e virar as costas? Não, era engano, apenas a maldita esperança dela construindo castelos de novo onde só havia lama. Ela errou ao tentar baixar a cortina da Regência com aquele homem. Ele era um ator. Ela não cometeria esse erro de novo. p. 70

Ela revirou os olhos, mas pegou a mão dele. Na primeira vez que ele tocou na cintura dela, ela levou um susto. Não havia nada de passivo no toque dele, nada de fraco. Ela estava ciente da mão dele da mesma forma que costumava ficar constrangida com o olhar dele procurando-a. Era no mínimo surpreendente. p. 127

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